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Eduardo Merino

Realmente nascemos com uma tendência automática para desempenhar funções predominantes com uma das partes do corpo.Há sempre um lado que manda, que age mais rápido e que dita realmente a nossa função.

É tão automático, que nem nos apercebemos. Abrir a porta do carro, escrever, tomar café, chutar a bola ou dar um murro na mesa. 

Durante muitos anos foi adotada uma definição que compunha esta triode (visão, membro superior e membro inferior). Mas ao longo dos tempos percebemos que é bem mais que isso. 

Basicamente podemos entender a lateralidade como um mecanismo primário de sobrevivência. É adotada possivelmente no momento da primeira mitose celular e vai influenciar a partir desse momento toda a nossa percepção da realidade e consequentemente o nosso comportamento.

Até que ponto a parametrização humana retira a nossa capacidade biológica de sermos mais fortes? 

Será que temos mesmo de ser simétricos? 

Será que temos mesmo de ter a mesma força na perna direita e na perna esquerda?

Será que temos de ver igual dos dois olhos ?

A minha profissão cada vez me afasta mais das réguas, das máquinas, da parametrização. 

O ser humano é uma fonte de estudo inesgotável.

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