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Eduardo Merino

A reflexão é como uma janela no alto de um farol.

Por um lado te ilumina um caminho que desconhecias a certeza.

Por outro te encolhe pelo infinito que nunca agarras metade.

Nunca serás tudo, nem nada.

Serás parte do que és, e a outra que sonhas ter.

E com a mesma velocidade que desamoras o que tens, te encantas pelo que conheces de novo.

É como o aviador a sobrevoar a bela fazenda e a sonhar um dia tê-la, e o fazendeiro ao olhar para cima almejar um dia poder voar.

Somos apenas partes, nunca acabadas por isso incertas.

Somos figuras realmente sem fim, porque não foi em nós o começo.

Encarnamos viajantes de um tempo que nos foi proposto, e nos permite tudo mediante o que por nós for feito!

E como a única certeza que temos é que amanhã será diferente,

Vamos aproveitar bem este agora, que entre decisões e estados de alma, nos faz GENTE.

One comment on “Farol

  1. Olá! Bela poesia… Mui lindo! Carinhoso abraço.Miriam

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