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Eduardo Merino

Espelho

Não é a noite que procuras, tu escondes-te é do que o sol te faz ver.

Porque quando atiras a primeira pedra, nas tuas emoções já mil bombas aterraram naquele destino.

E depois as coisas fluem sem te dares conta. És tu sempre que estás lá, mas as máscaras percebidas são tantas, que vagueias aos ritmos do que percepcionas. Mas na verdade ninguém vai perceber da mesma forma que tu. Porque vais plagiar cada réplica de carência que te surja.

Tratas alguém como um rei, só para resgatares em ti uma rainha!

Dás de comer a quem tem fome, para alimentares o mendigo que há sempre em ti.

E ajudas o teu colega com aquele problema, só para realmente te sentires importante na vida de alguém.

Tudo é sempre sobre o teu espelho, esse espelho que te cobra ao segundo.

Numa primeira instância em emoções que te inundam de fisiologia, depois o consciente toma conta e os teus sentimentos condicionam cada ação que planeias, e aí nada te vai parar. E por muito que negues a tua existência, vais poder mudar os teus comportamentos até que a morte te separe.

E até nesse último suspiro, serás tu a ditar o último adeus!

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