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Eduardo Merino

Provavelmente somos das espécies mais cruas no seu nascimento.

Iniciamos dessa forma uma construção social, altamente influenciada pelo clã e extremamente condicionada pelo meio.

Um meio instável, exigente e em transformação constante.

O alicerce que liga toda a comunidade humana chama-se cooperação coletiva. Somos a sociedade mais completa, dinâmica e cooperativa comparando com todos os outros animais.

A nossa evolução enquanto espécie funde-se com as transformações sociais em que ciclicamente fomos envolvidos.

Os grandes dogmas e crenças que aguentaram e moldaram a sociedade nos últimos milhares de anos, já não têm forças para suportar uma humanidade cada vez mais pensante.

Será por aí que estaremos a acompanhar o nascimento de uma nova ordem, tutelada pela conhecimento, alicerçada pela ciência.

A responsabilidade é inimaginável. Alterar os estigmas sociais alicerçados em dogmas, valores e crenças demorará milhares de anos.

Mas o que são milhares de anos numa evolução que já leva milhões?

Uma obra que se fundirá com os processos evolutivos, onde as certezas desaparecem, e a mutação das dúvidas transformará o desequilíbrio na única possibilidade de mudança.

Uma coisa é certa, o Humano continuará a ser dono de um planeta que já percebeu que é pequeno demais para toda a sua ambição.

Não tenho dúvidas que em alguns milhares de anos estaremos a viver noutros planetas. Isto se não destruirmos este primeiro…

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